A campanha “Não se engane”, lançada nesta segunda-feira (19 de março) pelo Ministério da Justiça, quer chamar atenção de pais e mães para a influência que obras audiovisuais (filmes, jogos, programas de TV) podem ter na formação de crianças. Além disso, a campanha mostra que a classificação indicativa pode ser uma forma de selecionar os programas que estão presentes no dia a dia do público infantil.
Dois filmes de animação em toy art serão veiculados por emissoras de TV públicas, privadas e em salas de cinema, além da circulação na internet. Os filmes tratam sobre os temas drogas (no topo) e violência e mostram como as crianças tendem a repetir o que veem na televisão.
De acordo com o Painel Nacional de Televisores do Ibope 2007, as crianças brasileiras entre quatro e 11 anos de idade passam, em média quatro horas e 50 minutos por dia em frente à TV. Estudos mostram que as crianças estão propensas a imitar o que assistem em filmes, desenhos, novelas e não distinguem ficção e realidade. Daí a importância de se oferecer ferramentas para que a família faça a escolha sobre o que assistir ou não.
Materiais da Campanha “Não se engane”
Campanha “Não se engane” – Vídeo (Drogas)
Campanha “Não se engane” – Vídeo (Violência)
Campanha “Não se engane” – Cartaz (Drogas)
Campanha “Não se engane” – Cartaz (Violência)
Campanha “Não se engane” – Cartaz (Sexo)
Classificação Indicativa – Guia Prático
