Alagoas aumenta arrecadação de armas com posto móvel da Campanha do Desarmamento

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Brasília-DF – Alagoas é destaque na entrega voluntária de armas em todo o Brasil. O estado subiu do 19º lugar em 2011 para o 4º em 2013 no ranking dos estados que mais entregam armas na campanha, ultrapassando São Paulo, o mais populoso e que ocupa a sexta posição. O expressivo aumento deve-se à iniciativa de transformar um ônibus em posto itinerante.

Na próxima semana, o ônibus do Desarmamento ficará em um shopping de Maceió, depois seguirá para Palmeira dos Índios, município que possui mais armas de fogo em Alagoas, de acordo com pesquisa do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas – Ipea.

Único no país, o ônibus do Desarmamento arrecadou neste ano mais da metade de toda a quantidade de armas arrecadadas no ano passado. Em 2012 foram 274 unidades recebidas em Alagoas e este ano, 217. O ônibus existe desde novembro de 2012.

Ao inovar com o ônibus, o governo alagoano, propõe a discussão de uma vida sem violência, ressalta a secretária nacional de Segurança Pública, Regina Miki. “O cidadão de Alagoas responde ao debate da cultura de paz se desarmando. O governo e o cidadão estão exercitando a cidadania e a presença do ônibus facilitou a possibilidade de efetivamente desarmarem os corações”, disse. A secretária informou ainda que, sempre que tem oportunidade, sugere a ideia a outros estados, devido sua eficácia.

A notícia do ônibus do Desarmamento fortaleceu também a entrega de armas nos postos fixos e impulsionou a campanha, como explica o secretário estadual de Promoção da Paz, Jardel Aderico. “O objetivo do ônibus não é levar a campanha do Desarmamento sozinha, e sim trazer o tema à tona e fomentar a entrega também nos postos fixos”.

Por meio do uso desse veículo, a estratégia da secretaria da Paz é provocar no cidadão alagoano a reflexão de que a arma de fogo não traz segurança. Ao contrário, ter uma arma em casa pode provocar acidentes domésticos, principalmente com crianças, ou mortes por conflitos interpessoais que poderiam ser solucionados pacificamente com o diálogo.

A tática tem surtido efeito, fez com que o policial aposentado do bairro do Salvador, em Maceió, identificado apenas pelo sobrenome Lyra, entregasse sua arma porque o neto de 8 anos estava, em suas palavras, “ficando muito esperto”, e ele resolveu tirar a arma de dentro de casa.

Na semana passada, o ônibus esteve em Arapiraca, segundo maior município alagoano. O fato de a entrega ser anônima atraiu muita gente. A maioria exerceu o direito de não se identificar, mas alguns fizeram questão de explicar os motivos que os levaram a se desfazer da arma. É o caso de Girau do Ponciano, de 26 anos, que levou um revólver calibre 22. “Eu já tenho essa arma há uns três anos, mas quando eu precisei dela para segurança, ela não me serviu de nada. Então eu decidi me livrar dela, só não sabia como”, disse, ao contar que antes jogou a arma no chão pra ver se quebrava e até pensou em vendê-la.

Para o secretário Jardel Aderico, o desarmamento passou a ser uma prioridade da Secretaria da Paz. “Quem entrega uma arma de fogo voluntariamente é alguém que se conscientizou do perigo que ela representa. Só alguém que se desarma de uma cultura violenta, se decide por entregar sua arma. É um ato concreto de adesão do cidadão à proposta por uma cultura de paz”, resume.

Mais informações
Ônibus:
http://www.paz.al.gov.br/
Campanha Nacional do Desarmamento:
www.entreguesuaarma.gov.br

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Clínicas do Testemunho iniciam trabalho com conversas públicas em quatro capitais

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O projeto Clínicas do Testemunho da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça inicia na próxima semana as Conversas Públicas, com o propósito de promover apresentação detalhada da metodologia de atendimento e apoio psicológico às vítimas da ditadura militar. Serão ao todo cinco edições:  nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Recife. As conversas são abertas ao público em geral.

O primeiro diálogo será no estado de São Paulo, no dia 15 de abril, segunda-feira, com a participação do presidente da Comissão da Anistia do Ministério da Justiça, Paulo Abrão; do deputado e presidente da Comissão da Verdade do Estado de São Paulo “Rubens Paiva”, Adriano Diogo e do presidente do Instituto Projetos Terapêuticos, Moisés Rodrigues da Silva Jr. Confira as outras datas, locais e endereços no Serviço abaixo.

As Clínicas do Testemunho ampliam o programa de reparações brasileiro da Comissão de Anistia oferecendo atenção psicológica aos anistiados e a seus familiares. Espera-se atender até 700 vítimas e familiares nos primeiros dois anos de atividade.

As conversas terão a participação da sociedade civil, organizações de direitos humanos, espaços e organizações ligados à saúde mental, historiadores, juristas, sociólogos e a “todos os anistiados políticos afetados direta ou indiretamente pela violência do Estado”.

“Em meio a uma série de iniciativas de reconstrução da memória, dar a palavra aos que sofreram essa violência é um ato reparatório e político. O testemunho é um trabalho psíquico que articula a memória tanto na dimensão da experiência pessoal como coletiva”, explica o presidente da Comissão de Anistia, Paulo Abrão.

A demanda por atenção psicológica às vítimas é uma antiga reivindicação da sociedade civil brasileira e a proposta de criação foi encaminhada à Comissão de Anistia por especialistas que atuam no tema.  Além da assistência psicológica, o projeto prevê a capacitação de profissionais e a geração de insumos técnicos especializados. Com isso, investe-se na construção de estratégias de resposta e reparação a danos que poderão ser aplicadas a outras situações e contextos, além das violências cometidas no período.

Aqueles interessados em participar do projeto Clínicas do Testemunho podem obter mais informações, bem como preencher a ficha de inscrição, clicando aqui.  As inscrições foram prorrogadas até 30 de abril.

Serviço em São Paulo
Data: 15 de abril, às19h.
Local: Auditório Paulo Kobayashi da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo. Avenida Pedro Álvares Cabral, nº 201, São Paulo/SP

Data: 16 de abril, às 19h
Clínica do Testemunho Sedes Sapientiae (SP)
Local: Auditório do Instituto Sedes Sapientiae.
Rua Ministro Godoy, nº 1.484, Perdizes – São Paulo/SP.

no Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
Data: 17 de abril, às 18h
Clínica do Testemunho do Instituto Projetos Terapêuticos do Rio de Janeiro, no Auditório da OAB/RJ.

em Porto Alegre
Data: 25 de abril de 2013, às 19h30
Faculdade de Educação – Av. Paulo Gama s/n – UFRGS. Prédio 12201.
Auditório Térreo, sala 101 Horário, Porto Alegre/RS

no Recife
Data: 26 de abril,  às 18h
Local: Museu do Homem do Nordeste. Av. 17 de agosto, s/n – Casa Forte – Recife/PE

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Força Nacional prende dois homens que tentavam roubar metralhadora em feira de segurança

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A Força Nacional de Segurança Pública prendeu dois homens que tentavam roubar duas submetralhadoras na Feira Internacional de Defesa e Segurança (Laad), que terminou nesta sexta-feira no Riocentro, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.

Rodrigo Assunção Costa, de 29 anos, e Vanderli Alves Pereira, de 32, foram presos na hora por integrantes da Força Nacional quando deixavam o local com duas maletas onde as armas estavam escondidas.

Eles usavam credencias em nome de outras pessoas. Os criminosos moram em São Paulo e admitiram o crime, mas não informaram de qual estande haviam roubado o armamento ou o que pretendiam fazer com ele.

“A gente imagina que alguém pode ter encomendado o armamento, mas é a Polícia Civil que irá fazer a apuração. As armas eram muito modernas”,  disse o capitão Vanderlan Rodrigues, da Força Nacional.

Os dois presos irão responder por furto qualificado e porte de arma de uso restrito. Uma das submetralhadoras era de origem mexicana, e a outra americana – ambas de calibre 380. Nas maletas, havia também o material completo para o uso das armas.

A Força Nacional de Segurança Pública é departamento da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) do Ministério da Justiça.

Mais informações sobre a Senasp leia aqui

Cães da Força Nacional: veja o treinamento dos cães que acham drogas e armas escondidas

Força Tarefa vai analisar 8 mil processos em SC em menos de um mês

 

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Haitianos que chegaram ao Acre recebem assistência

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Os haitianos que chegaram ao Acre nos últimos dias já recebem assistência da força tarefa integrada por representantes dos ministérios da Justiça, do Trabalho, da Saúde, do Desenvolvimento Social, de Relações Exteriores e da Secretaria de Direitos Humanos.

Os técnicos e dirigentes dos ministérios ficam no Acre até terça-feira e levantam informações para embasar medias do governo de apoio aos imigrantes.

O secretário Nacional de Justiça do Ministério da Justiça, Paulo Abrão, explica a função da força tarefa. Clique no link abaixo:

Ouça a entrevista do secretário Paulo Abrão sobre situação dos refugiados do Haiti

Força Tarefa do governo Federal promove ajuda humanitária no Acre

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Força-tarefa no Acre promove ajuda humanitária, integração e regularização de haitianos migrantes

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Vinte e cinco representantes do governo federal estão no Acre para prestar apoio humanitário e regularizar a situação dos cerca de dois mil haitianos que se encontram no Brasil, sobretudo em Brasiléia e Epitaciolândia, nas fronteiras com Bolívia e Peru. A força-tarefa federal é coordenada pelo Ministério da Justiça (MJ), representado pelo secretário Nacional de Justiça, Paulo Abrão, e integrada por outros sete órgãos. O grupo permanecerá até terça-feira no Estado.

O secretário Paulo Abrão explicou que a força-tarefa, em parceria com o governo estadual, reforça a tradição de receptividade migratória do Brasil. “Vamos reduzir ao máximo o tempo necessário para o procedimento de regularização de todos. Vamos desburocratizar o tramite ordinário, que poderia levar até oito meses, para cerca de um mês, por meio de um procedimento simplificado. Concomitantemente vamos fornecer as condições objetivas para a integração social dos haitianos. Cada órgão envolvido terá uma função específica e todos deverão agir de forma integrada e na lógica da complementariedade”, disse.

Além do MJ, constituem a força federal os ministérios do Trabalho e Emprego (MTE), Saúde (MS) e Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e Relações Exteriores (MRE), Secretaria de Direitos Humanos (SDH), Departamento de Polícia Federal (DPF) e Defensoria Pública da União (DPU).

Para a chefe do Gabinete Civil do Governo do Estado do Acre, Márcia Regina, o esforço conjunto dos governos federal e estadual vai dar celeridade a questão. “Com essa parceria reforçada vamos superar essa situação e darmos os encaminhamentos que esperamos”, afirmou.

A regularização proporcionará  aos haitianos o reconhecimento como migrantes com direito a residência permanente e impedirá a situação de vulnerabilidade social, insegurança ou até mesmo aliciamento destas pessoas para atividades ilícitas, dentre outros riscos.

O objetivo global do governo é o de estimular a imigração legal dos haitianos, via Embaixada do Brasil em Porto Príncipe e desestimular a entrada destas pessoas pela via terrestre, muitas vezes aliciados por coiotes que facilitam a entrada não documentada no país.

A Polícia Federal tem a responsabilidade de agilizar os procedimentos de documentação dos imigrantes (no primeiro momento com a entrega dos protocolos de solicitação de refúgio e, posteriormente, pela emissão da carteira de identidade de estrangeiro). Já a Defensoria Pública da União prestará suporte jurídico, por meio de informações e esclarecimentos para que os haitianos conheçam quais são os direitos dos migrantes no Brasil.

Trabalho, saúde e vulnerabilidade social

O Ministério do Trabalho e Emprego vai emitir as Carteira de Trabalho e elaborar um estudo sobre o perfil profissional deste grupo visando realizar ações ativas e concretas para a inserção de todos no mercado de trabalho.

A Secretaria de Direitos Humanos identificará os haitianos em situação de vulnerabilidade social, especialmente mulheres e crianças, e os encaminhará aos centros de referência de Direitos Humanos.

O Ministério da Saúde mapeará necessidades de saúde específicas deste grupo e dará prosseguimento às medidas públicas necessárias em cada caso.

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome promoverá novos repasses ao governo do Acre para melhorar as condições das instalações de acolhida aos haitianos e outros apoios. Ao mesmo tempo, promoverá medidas para integra-los às politicas sociais atualmente existentes no país.

Síntese das ações

Ministério da JUSTIÇA

  • Dos cerca de 10 mil haitianos que entraram no Brasil em situação irregular, mais de 6 mil já foram regularizados desde 2010. O restante dos pedidos está em trâmite.
  • A Embaixada do Brasil em Porto Príncipe emitiu 1525 vistos permanentes especiais, por razões humanitárias, de janeiro do ano passado até ontem, quinta-feira (11).
  • A modalidade de visto “expresso”, sem consulta prévia ao governo brasileiro, é uma facilidade inédita no mundo, elogiada oficialmente pela Organização Internacional para as Migrações (OIM). A ação segue a Resolução Normativa 97/2012, que exige apenas o passaporte válido e a ausência de antecedentes criminais. A opção legal e simplificada desencoraja a atividade de “coiotes” na travessia, por terra, para o Brasil.

Assistência humanitária

  • Por uma questão humanitária, o Departamento de Estrangeiros, da Secretaria Nacional de Justiça (SNJ) tem autorizado a permanência de estrangeiros, com base na Resolução Normativa 27.
  • Além de haitianos, a política foi aplicada para angolanos, entre 1991 e 1992; iranianos da comunidade bahai, em 1986; e aos colombianos, entre 2008 e 2009.
  • Os haitianos estão vindo para o Brasil por razões econômicas.

Ministério TRABALHO E EMPREGO

  • Os cinco servidores do MTE enviados ao Acre emitirão Carteiras de Trabalho e Previdência Social (CTPS).
  • Uma estrutura móvel itinerante do Sistema Nacional de Emprego (Sine) vai cadastrar os trabalhadores, diretamente de Basiléia, via sistema MTE Mais Emprego, que vão concorrer às vagas captadas pelos 1,6 mil postos do Sine em todo o país.

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

  • Técnicos do MDS vão reforçar as orientações para o melhor abrigamento dos haitianos. Também será realizado um diagnóstico para identificar novas necessidades de apoio socioassistencial. Em 2012, o MDS repassou R$ 630 mil ao governo do Acre para a realização destas ações, sendo R$ 360 mil em janeiro e R$ 270 mil em novembro.

Ministério SAÚDE

  • Um médico, uma enfermeira (Força Nacional do Sistema Único de Saúde – SUS) e um técnico da área de Vigilância em Saúde irão avaliar as condições de saúde dos haitianos e a capacidade de atendimento dos serviços de saúde locais.
  • O grupo avaliará ainda a situação epidemiológica, em especial sobre as doenças alimentares e ligadas à água e condições precárias de moradia.
  • A partir desta análise, em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde, serão providenciadas as ações necessárias.
  • Até o momento, as informações apontam que os haitianos estão recebendo atendimento regular e que não há situação de emergência em saúde.

Cooperação

  • As ações na área de saúde com o Haiti são o maior programa de cooperação mantido pelo Brasil em todo o mundo.
  • Cooperação nos âmbitos bilateral e em parceria com Cuba.
  • Foram reformados e reconstruídos dois laboratórios especializados em vigilância epidemiológica.
  • No âmbito trilateral (Brasil, Cuba e Haiti), três hospitais Comunitários de Referência e um Instituto Haitiano de Reabilitação estão previstos para serem entregues em 2013. O projeto inclui também a formação de profissionais de saúde.
  • O Brasil participou da Campanha Nacional de Vacinação no Haiti de 2012, com a doação de vacinas e o fornecimento de consultoria técnica.

Apoio ao desenvolvimento haitiano

Ministério RELAÇÕES EXTERIORES

  • Segundo o MRE, o terremoto de janeiro de 2010 causou US$ 8 bilhões em prejuízos, o que equivale em cerca de 120% do PIB haitiano.
  • O Brasil tem procurado, em conjunto com as autoridades haitianas, contribuir para a presença empresarial brasileira no Haiti.
  • A Agência Brasileira de Cooperação (ABC) mantém diversas iniciativas de cooperação técnica, que estão sendo ampliadas desde fevereiro de 2012 para novas áreas, incluindo justiça, segurança alimentar e inserção social.
  • O Brasil também tem envolvimento no programa “Lèt Agogô”, que envolve micro-usinas para produção de leite para consumo na rede escolar do país.
  • O Governo brasileiro tem apoiado a construção da hidrelétrica de Artibonite 4C, a 60 km da capital Porto Príncipe, que deverá atender cerca de 230 mil famílias.
  • Além da geração hidrelétrica, a usina ajudará no controle de enchentes e abre a possibilidade do desenvolvimento da agricultura irrigada. O Projeto Básico foi elaborado pelo Exército e estão sendo estudadas formas de viabilizar financeiramente o empreendimento.

MDS

  • Desenvolve um projeto com o Haiti para construção de cisternas.
  • A primeira fase foi concluída em fevereiro de 2011 com a construção de 64 tanques familiares e seis em escolas selecionadas em regiões de difícil acesso.
  • A segunda fase foi iniciada no final de 2012 e vai beneficiar mais de 170 mil famílias em localidades distantes da capital Porto Príncipe. Essa segunda etapa está sendo realizada com financiamento do governo australiano.
  • Em conjunto com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), foi apresentada, no início de 2012, uma proposta de implantação de um programa de compras públicas, nos moldes do Programa de Aquisição de Alimentos realizado no Brasil.

 

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Pesquisa sobre perfil dos refugiados será feita por Conare, Ipea e ACNUR

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O Ministério da Justiça quer saber que dificuldades enfrentam os 4 mil e 700 refugiados de várias nacionalidades que vivem no país. Um estudo sociodemográfico com o perfil dos refugiados deve ficar pronto em 18 meses e vai auxiliar o governo a construir políticas públicas mais embasadas destinadas a esse público. O Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), órgão presidido pelo secretário Nacional de Justiça, Paulo Abrão, e o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) assinaram nesta quinta-feira, 11 de abril, na sede do Ministério da Justiça, acordo com o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA) para realização da pesquisa.

O estudo vai identificar os problemas e avaliar o alcance das ações de apoio do Governo Federal para integração dessas pessoas na sociedade brasileira. O presidente do Conare, Paulo Abrão, afirma que o governo dará salto qualitativo com a identificação das reais demandas dos refugiados . “Há processos que não estão visíveis e precisamos direcionar um conjunto de novas ações”, explica o secretário do Ministério da Justiça.

O Representante do ACNUR,  Andrés Ramirez, que também assinou o documento, complementou que o levantamento poderá aprimorar o programa voltado aos refugiados “na medida em que nos permitirá ter maior clareza sobre sua situação num país tão grande e diverso”.

O IPEA , que coordenará o estudo já possui experiência com levantamento de imigrantes, mas essa será a primeira vez que o órgão trabalhará com refugiados. Para João Brígido Bezerra, representante do IPEA, há levantamentos de gastos mostrando que há muito mais investimento feito, além do orçamento já dispendido com os refugiados pelo Governo Federal e ACNUR. “Queremos que essa parceria seja profícua para todas as partes”, afirmou.

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Alerta de Recall: veículos Toyota Corolla XEi e SEG

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O recall abrange 28.964 veículos, com numeração de chassi, não sequencial, compreendida entre os intervalos 9BR538500004 a 9BR538530349. A empresa protocolou campanha de chamamento nesta quinta-feira (11/4) na Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça (Senacon/MJ).

Quanto aos riscos à saúde e à segurança, a empresa informou que “em caso de colisão frontal do veículo (…) há possibilidade de danos materiais e de lesão física ao ocupante do banco dianteiro do passageiro”.

O Código de Defesa do Consumidor determina que é dever do fornecedor fazer o reparo ou a troca do produto ou serviço defeituoso a qualquer momento e de forma gratuita. Se houver dificuldade, a recomendação é procurar um dos órgãos de proteção e defesa do consumidor.

Mais informações podem ser obtidas junto à empresa, por meio do telefone 0800 703 0206, ou pelo site www.toyota.com.br.Detalhes sobre a Campanha de Chamamento também estão disponíveis no site do Ministério da Justiça – www.mj.gov.br

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Santa Catarina recebe apoio do Ministério da Justiça para agilizar análise de processos judiciais

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Na última terça-feira (9) o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, deu início, em Santa Catarina, à Força Nacional da Defensoria Pública em Execução Penal no estado de Santa Catarina. O principal objetivo da atuação será para agilizar a análise de, aproximadamente, 8 mil processos judiciais em andamento nas Varas de Execução Penal.

O trabalho é fruto de plano de ação entre o Ministério da Justiça, por meio do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), Secretaria de Reforma do Judiciário (SRJ), Defensoria Pública da União (DPU) e o Conselho Nacional de Defensores Públicos Gerais (Condege).

Contribuem ainda com a ação, o Estado de Santa Catarina, por meio do Poder Executivo, o Tribunal de Justiça, as Varas de Execução Penal, o Departamento de Administração Prisional, a Ordem dos Advogados Seccional, o Ministério Público, a Defensoria Pública do Estado e o Conselho Penitenciário do Estado.

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